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Punta Cana Roteiro de Cinema

Algumas da cenas mais memoráveis da história do cinema foram rodadas na República Dominicana, concretamente em Punta Cana. Revisitamos aqui os cenários mais famosos da ilha.

O cinema dominicano é filmado no estrangeiro e o cinema estrangeiro é filmado na República Dominicana. Assim funciona, segundo o acadêmico Miguel D. Mena, a paradoxal indústria cinematográfica dominicana. “Tacones lejanos” (Pedro Almodóvar, 1991), “La fiesta del chivo” (Luis Llosa, 2005) ou “Miami Vice” (Michel Mann, 2006) são algumas das produções que abordaram temas dominicanos a distância. Mas, curiosamente, os filmes que se tornaram clássicos do cinema nacional foram rodados na ilha.
 

 


Um dos destinos mais populares entre os turistas que visitam Punta Cana é a ilha Saona, antiga aldeia de pescadores a cerca de 70 quilômetros de Bayahibe. Esta ilha faz parte do Parque Nacional Cotubanamá, uma grande reserva natural praticamente virgem à qual Colombo chegou, com Juan Ponce de León, em sua segunda viagem à América. Nesta zona, concretamente em Palmilla, foram rodadas cenas do clássico “Lagoa Azul” (Randal Kleiser, 1980), no qual duas crianças naufragadas crescem sozinhas em uma ilha deserta e acabam se apaixonando.
 

 


Também são atribuídos a estas costas alguns dos cenários do sucesso de bilheteria “Os Piratas do Caribe” (Gore Verbinski, 2003). É nestas embruxadas águas tropicais que navega o excêntrico capitão Jack Sparrow. E realmente esta ilha já esteve dominada por piratas. Reza a lenda que o pirata Cofresí escondeu-se muito perto de Boca de Yuma, um pequeno vilarejo de pescadores localizado na foz do rio de mesmo nome, a cerca de 60 quilômetros de Punta Cana. A pista deixada por este pirata foi o seu barco, escondido em uma das grutas do rio às quais hoje se pode chegar com uma lancha.

 

 


Mais a oeste, pouco antes de chegar a La Romana, encontra-se Altos de Chavón, aldeia construída na década de 1970 com inspiração nas vilas mediterrânicas do século XVI. Esta pitoresca vila rural foi erguida em uma colina de onde se vê o cinematográfico rio Chavón. Ao longo do seu caudal, foram filmados três filmes míticos. Primeiro, “Apocalypse Now” (Francis Ford Coppola, 1979), que retrata a guerra do Vietnã a partir do relato de Joseph Conrad, “O Coração das Trevas”. Mais tarde, “Rambo II” (George P. Cosmatos, 1985), que conta a segunda parte da história do veterano de guerra John Rambo, na qual recebe a missão de voltar ao Vietnã. E, por fim, “Jurassic Park” (Steven Spielberg, 1993), onde a engenharia genética faz gigantes dinossauros reviverem.
 

 


Nas restantes regiões da República Dominicana, também foram gravadas várias outras produções, algumas vencedoras do Óscar. Santo Domingo e, especialmente, seu centro histórico, Cidade Colonial, foram cenários de cenas do “Padrinho II” (Francis Ford Coppola, 1974). Michael Corleone (Al Pacino) percorria estas vias enfeitadas na véspera da Revolução Cubana. Mais tarde, a capital dominicana voltou a ser cenário cubano em “Havana” (Sydney Pollack, 1990). Neste filme, Jack Weil (Robert Redford) visitava Cuba para jogar a partida de pôquer da sua vida.
 

 


Os recantos do país não representaram apenas ruas e paisagens cubanas. Também simularam ambientes haitianos, africanos ou peruanos. Aquilo que Mena chama “o dominicano de fundo” é a capacidade para fazer de outras realidades a sua própria.

 

A lenda de um pirata

Roberto Cofresí e Ramírez de Arellano (1791-1825) foi um famoso pirata porto-riquenho. Sua vida foi um verdadeiro filme de aventuras. Era filho de um nobre austríaco e descendia, por parte de mãe, da realeza espanhola. Dizem que gozava da amizade e da proteção dos habitantes do litoral de Porto Rico, com quem compartilhava o resultado de seus roubos. Uma praia de Puerto Plata, também na República Dominicana, tem o nome deste pirata. Punta Cana presta homenagem a este pirata com um show que inclui seu navio pirata. O espetáculo é oferecido por várias agências e é uma atividade muito recomendável para fazer com crianças.

Descobridor do Caribe

Outro personagem digno de filme foi Juan Ponce de León (1460-1521), um conquistador espanhol. Navegou com Cristóvão Colombo na sua segunda viagem à América, assistindo à conquista da ilha La Española. Conseguiu imediatamente tomar posse da ilha de San Juan (Porto Rico), onde foi governador, e, anos mais tarde, descobriu a península da Flórida (Estados Unidos). Em San Rafael de Yuma, encontra-se sua casa-museu, onde se podem ver seus objetos pessoais, armaduras da época e artesanato taino.

 

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